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Sim, dia 8 de agosto, é o Dia
Internacional do Gato.
A data foi criada em 2002
pelo Fundo Internacional para o Bem-Estar Animal (IFAW) para promover a
conscientização sobre os cuidados e a proteção dos felinos.
Sobre a Data
- Origem:
Estabelecida em 2002 pela IFAW.
- Objetivo: Falar sobre adoção responsável, bem-estar e combater maus-tratos.
- Outras datas: O dia 17 de fevereiro também é celebrado em várias partes do mundo
como o Dia Mundial do Gato.
DICAS E CUIDADOS COM OS FELINOS
O post contem um link com dicas preciosas
https://safirasworld.blogspot.com/2025/08/dia-dos-gatos-dicas-preciosas.html
Canal tem dicas importantes sobre gatosCanal: Casal Guimarães Gateiros
O canal tem videos curtos com dicas chaves
Canal: Paixão por Gatos
PSICOLOGIA SOBRE FELINOS
Deixamos os gatos escolherem suas famílias...
canal: Wildz Pawz
HISTÓRIA E PARTE ESPIRITUAL
O destino espiritual dos donos de gatos...
(ainda não vi o vídeo - tem dublagem)
canal: Awakened Frequency Archives
RESUMO DO VÍDEO DE IVAN LIMA
O vídeo narra uma história
intrigante sobre uma antiga tábua de argila suméria, identificada como N2847,
encontrada em 1927 nas ruínas de Nipur. Segundo a narrativa apresentada,
a tábua descreve a origem dos gatos não como animais comuns, mas como
seres trazidos pelos Anunnaki (0:00 - 1:53).
Pontos principais
discutidos:
- A Descoberta: A tábua permaneceu esquecida em um museu por 44 anos até ser
traduzida pela filóloga Eleonor Ashward em 1971
(2:40 - 3:14).
- O Propósito dos Gatos: O texto sumério afirma que os gatos foram
trazidos da "estrela verde da sétima casa" para atuar como
guardiões da "luz interior" dos humanos, protegendo-os de
entidades que se alimentavam dessa energia durante o sono (4:00 - 5:36).
- Sete Funções dos Gatos: A tábua detalha sete tarefas específicas
que o gato cumpre, incluindo a guarda do sono, a vigília
das entradas (portas), a inspeção de novos objetos,
a marcação de território, a quebra de silêncios (movimentos
noturnos), a sustentação do olhar e o ronronar como
uma frequência que "fecha a porta" contra energias negativas
(7:36 - 10:38).
- Conexão Egípcia: O vídeo sugere que a veneração egípcia aos
gatos, especialmente através da deusa Bastet, seria uma
herança cultural desse conhecimento sumério sobre o gato como guardião
espiritual (10:42 - 11:43).
O criador do vídeo conclui
incentivando os espectadores a observarem o comportamento dos seus próprios
felinos, questionando se o olhar fixo para cantos vazios seria apenas instinto
ou a execução contínua de um propósito ancestral (12:31 - 13:20).
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Ao topar com o post abaixo, há meses, decidi salvar para publicar no blog pelo DIA DOS GATOS, afinal, para quem tem mais de uma dúzia, é justo fazer postagens pela data.
O GATO EM CRÔNICA
ODE AO GATO
Artur da Távola*
"Nada é mais incômodo para a arrogância humana que o silencioso bastar-se dos gatos.
O só pedir a quem amam. O só amar a quem os merece.
O homem quer o bicho espojado, submisso, cheio de súplica, temor, reverência, obediência.
O gato não satisfaz as necessidades doentias de amor. Só as saudáveis. Gato só aceita relação de independência e afeto. E como não cede ao homem, mesmo quando dele dependente, é chamado de traiçoeiro, egoísta, safado, espertalhão ou falso.
'Falso', porque não aceita falsidade e só admite afeto com troca de respeito pela individualidade: o gato não gosta de alguém porque precisa gostar para se sentir melhor.
Ele gosta pelo amor que lhe é próprio, que é dele e o dá se quiser.
O gato devolve ao homem a exata medida da relação que dele parte. Sábio, é espelho. Nada pede a quem não o quer. É exigente com quem o ama, mas só depois de muito se certificar. Não pede amor e nem dele depende, mas se lhe dá, então o exige (quando sente é capaz de amar muito... discretamente, sem derramar-se).
O gato é uma lição diária de afeto verdadeiro e fiel. Suas manifestações são íntimas e profundas. Exigem recolhimento, entrega, atenção.
Desatentos não agradam os gatos.
Bulhosos os irritam. Tudo o que precisa de promoção ou explicação os assusta. Ingratos os desgostam. Falastrões os entediam. O gato não quer explicação, quer afirmação.
Vive do verdadeiro e não se ilude com aparências.
Quem não se relaciona bem com o próprio inconsciente não transa o gato. Ele aparece, então, como ameaça, porque representa a relação sempre precária do homem com o (próprio) mistério.
O gato não se relaciona com a aparência do homem. Vê além, por dentro e avesso. Relaciona-se com a essência. A relação dele é com o que está oculto, guardado e os homens não querem, sabem ou podem ver. Por isso, quando esboça um gesto de entrega ou manifestação de afeto, é muito verdadeiro, impulso que não pode ser desdenhado.
O homem não sabe ver o gato, mas o gato sabe ver o homem: se há desarmonia real ou latente, o gato sente. Se há solidão, ele sabe e atenua como pode (enfrenta a própria solidão de maneira muito mais valente). O gato vê mais, vê dentro e além.
Relaciona-se com fluidos, auras, fantasmas amigos e opressores. O gato é médium, bruxo, alquimista e parapsicólogo. É uma chance de meditação permanente, a ensinar paciência, atenção, silêncio e mistério. Perto ou longe, olhando ou fingindo não ver, está comunicando códigos que nem sempre (ou quase nunca) são possíveis traduzir.
Monge, sim, refinado, silencioso, meditativo e sábio, a devolver ao homem as perguntas medrosas esperando que ele encontre o caminho na sua busca, em vez de o querer já conhecido e trilhado.
O gato sempre responde com uma nova questão, remetendo à pesquisa do real, à busca incessante, à certeza de que cada segundo contém a possibilidade de criatividade e novas inter-relações, infinitas, entre as coisas.
Lição de sono e de musculação, o gato ensina todas as posições de respiração e yoga. Ensina a dormir com entrega total e diluição no Cosmos. Ensina a espreguiçar-se com a massagem mais completa em todos os músculos, preparando-os para a ação imediata. O gato sai do sono para o máximo de ação, tensão e elasticidade num segundo. Conhece o desempenho preciso e milimétrico de cada parte do seu corpo, ao qual ama e preserva como a um templo.
Lições de saúde sexual e sensualidade. Lição de envolvimento amoroso com dedicação integral de vários dias. Lição de organização familiar e de definição de espaço próprio e território pessoal. Lição de anatomia e equilíbrio. Lição de silêncio. Lição de descanso. Lição de introversão. Lição de contato com o mistério, o escuro e a sombra. Lição de religiosidade sem ícones.
Lição de alimentação e requinte. Lição de bom gesto e senso de oportunidade. Lição de vida e elegância, a mais completa, diária, silenciosa, educada, sem cobranças, sem veemência ou exageros e incontinências.
Ninguém em toda a natureza, aprendeu a bastar-se a si mesmo como o gato."
Leituras Livres
* jornalista e escritor, foi também deputado federal.
** pintura de Di Cavalcanti, 1947
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